Mídias Sociais: Foursquare em Taubaté

Desde que me mudei para Taubaté, no início de janeiro desse ano, tenho usado muito o Foursquare. A ferramenta de geolocalização me passa todas as dicas de lugares interessantes para conhecer, ou não, e o mais bacana é que acabo conhecendo novas pessoas.

Minha lista de onde comer em Taubaté

Minha lista de onde comer em Taubaté

Aconteceu algo interessante por conta dele. Com pouco tempo na cidade, estava em uma das avenidas principais e acessei o Foursquare para ver opções de cafeterias. Tinhas duas opções e optei pelo local com mais recomendações, no caso era o Ganache Café. Ao chegar, surpresa. Na mesa tinha um display com a seguinte promoção: no primeiro check-in, ganhe um café expresso. Foi ótimo, saímos felizes e me identifiquei com a dona, que é nikkei.

Brinde do check-in no Ganache Café: Café expresso

Brinde do check-in no Ganache Café: café expresso

Poucos dias se passaram e fomos conhecer um novo restaurante japonês, por indicação do cabeleireiro Wolf Felipe Lobo. No caixa, quem estava lá? A mesma nikkei do Ganache Café, que tinha acabado de adquirir o Tayori. rs Ela é muito assídua no Foursquare e me ajuda a conhecer os locais bacanas.

Por isso, fica registrada a minha felicidade em existir uma ferramenta tão útil e divertida!

 

Métricas mais poderosas no Facebook, com Dennis Yu, da BlitzLocal

Perfil de Dennis Yu no Facebook

Dennis Yu, um dos maiores especialistas em Facebook e CEO da BlitzLocal, agência de marketing norte-americana, esteve no Brasil diversas vezes. Foi um dos palestrantes no ExpOn, em julho de 2011, e ministrou o curso “Advanced Facebook Marketing”, em novembro.

Iniciei o contato com Dennis na época do curso, que coincidentemente aconteceu na mesma data dos Jogos Abertos do Interior, onde competi no tênis de mesa. Mandei uma mensagem para ele no Facebook, parabenizando pelo curso e que realmente eu gostaria de ter feito.

Meses se passaram até nosso último contato. Em 14 de março de 2012, após ter um problema em uma das páginas que administro no Facebook, resolvi mandar uma nova mensagem à Dennis para ver se poderia me ajudar. Antes disso, escrevi para inúmeros especialistas do País, mandei meu problema a grupos de mídias sociais, também enviei diversas solicitações à Central de Ajuda do Facebook, mas ninguém conseguiu desvendar o mistério. Somente Dennis Yu foi capaz de, rapidamente, me mostrar um caminho alternativo ao meu problema.

Por isso, essa é uma matéria em homenagem à Dennis Yu e sua empresa, a BlitzLocal.

Reproduzo aqui uma parte de uma matéria de Ique Muniz, da MestreSEO, que gostei muito, pois aborda com detalhes o trabalho do expert na BlitzLocal.

Dennis Yu é um cara fanático por dados. Como ele falou em nosso MestreCast do evento, “matemática é tudo e está por tras de tudo”. Seu trabalho na Blitzlocal, além de reunir com clientes e gerenciar campanhas de clientes é ser o principal engenheiro de software da empresa. A palestra no ExpOn e os contatos feitos pessoalmente após a apresentação serviram para confirmar sua declaração.

O norte-americano desenvolve, em sua empresa, dashboards customizadas através da Graph API do Facebook. Aliás, a interface foi amplamente recomendada por ele para que você possa gerar softwares e ferramentas que atinjam o seu interesse no sentido de mensurar dados. Segundo Yu, com o Facebook Insights, você pode analisar até 30 métricas e, utilizando a API, este número salta para impressionantes 300 métricas.

No sistema da BlitzLocal, Dennis mostrou que consegue, entre outras coisas, traçar todos os usuários que interagem com uma marca em um mapa geográfico, ver as suas publicações citando ou diretamente postadas, descobrir quem são os usuários mais influentes na fan page e pode, com um clique, comunicar com todos eles.

Estas ações de monitoramento da audiência são essenciais, segundo o palestrante. É preciso traçar o perfil da audiência, entender quando eles estão mais ativos no Facebook (dias e horários) para pensar na ação que vai engajar e converter. Criar este processo de “conversa” com o usuário é que vai determinar se ele pode se tornar um verdadeiro fã.

BlitzLocal

Segundo Dennis, no Brasil, a empresa possui centenas de clientes, que têm cerca de 11.000 páginas no total. “Em breve, ao invés de apenas Inglês, teremos várias opções de idiomas em nossa dashboard, como português, espanhol, coreano, italiano, entre outros”, revela.

Alguns de seus clientes de sucesso são Lane Bryant (uma das principais marcas para gordinhas nos Estados Unidos, com mais de 521 mil fãs), Rosetta Stone (software para a aprendizagem de línguas, com mais de 954 mil fãs) e MTV (são diversos perfis, o mais popular tem mais de 32 milhões de fãs). Mas Yu enfatiza que nem todos os clientes são as grandes marcas. Há espaço para todos, desde pequenas empresas a agências.

Estatísticas sobre mídias sociais

Dennis Yu adora números. Aqui vão mais alguns dados especiais do expert sobre redes sociais:

- Uma em cada nove pessoas no mundo está no Facebook (este número é calculado dividindo-se 6,94 bilhões de pessoas por 750 milhões de usuários do Facebook).

- As pessoas gastam 700 bilhões de minutos por mês no Facebook.

- Cada usuário do Facebook gasta em média 15 horas e 33 minutos por mês no site.

- Mais de 250 milhões de pessoas acessam o Facebook através de seus dispositivos móveis.

- Mais de 2,5 milhões de sites têm integrado com o Facebook.

- 30 bilhões de posts são compartilhados no Facebook a cada mês.

- 300 mil usuários ajudaram a traduzir Facebook em 70 idiomas.

- Usuários do Facebook instalam 20 milhões de aplicativos todos os dias.

- YouTube tem 490 milhões de usuários únicos que visitam o site todos os meses (a partir de fevereiro de 2011).

- 190 milhões de tweets em média por dia ocorre no Twitter (maio 2011).

Informações

Dennis Yu / BlitzLocal
https://www.facebook.com/dennisyu
info@blitzlocal.com
@dennisyu

 

Kelly Nagaoka e Marcelo Nomura discutem redes sociais nos negócios na TvABCD

A convite do apresentador Raul Campos, tive a grata oportunidade de discutir, ao vivo, dia 17/01, das 10h às 11h, o uso das redes sociais nos negócios, ao lado de Marcelo Nomura, professor de pós-graduação em redes sociais. Facebook, Twitter, Orkut, YouTube e Google+ foram alguns dos assuntos abordados.

Saiba mais:
Tema do Programa Fábrica de Negócios: “O Poder do uso das Redes e Mídias Sociais nos Negócios”

Convidados:

Kelly Nagaoka
Jornalista em mídia social
www.kellynagaoka.com

Marcelo Nomura
Publicitário, Professor de pós-graduação em redes sociais na UNINOVE
mnomura1@yahoo.com.br

Assista o programa na íntegra em http://bit.ly/z8b4Et

Importância das redes sociais em entidades culturais

Trabalhar com as redes sociais de entidades sem fins lucrativos, cujo objetivo principal é divulgar a cultura de um determinado segmento é um desafio prazeroso. Não é um trabalho fácil, pois exige dedicação, com atualização diária e muita pesquisa. Por isso, escrevo aqui um pouco de minha experiência como voluntária na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social (Bunkyo), desde setembro do ano passado.

No dia 15 de janeiro de 2012, eram 1417 fãs no Facebook do Bunkyo. É muito gratificante ver que a cada publicação, o curtir dos fãs é automático. Até hoje, tivemos o maior número de curtir em uma publicação de Ano Novo, em 31 de dezembro de 2011, com o post de “Feliz 2012!” e uma arte abordando o Ano do Dragão (http://on.fb.me/AuwZTy). Foram 57 curtir, 11 comentários e 38 compartilhamentos.

A entidade ainda tem um potencial enorme de crescimento. O olhar da diretoria mudou após o Fórum de Integração Bunkyo (#FIB11), em 29 e 30 de outubro de 2011, que teve como tema principal as redes sociais. Muitos acreditavam que a maioria dos participantes nem saberiam o que era o Facebook, o que conseguimos provar o contrário, pois a maioria dos participantes está marcada na foto principal do evento.

A principal questão deixada no evento foi usar as redes sociais para ser uma entidade mais social. André Rosa, especialista em web, define bem essa questão. “O pior erro é achar que mídias sociais são um mero canal de divulgação. Muitos ignoram a questão do diálogo e acabam adotando estratégia similar daquele papel de ofertas que chega à garagem de sua casa, jogadas por alguém. Ocorre muito com o e-mail, que dá o mesmo efeito de spam”.

Por isso, deixo aqui algumas dicas para as entidades que possuem como metas primordiais promover e incentivar atividades culturais em geral: interaja com seus fãs, não os deixe falando sozinho em sua fanpage, curta ao máximo outras páginas que gostaria de se relacionar, aproveite a presença maciça da imprensa. Quem sabe a sua entidade consegue engatar diversas pautas interessantes por meio de sua fanpage?

*Texto feito especialmente ao Blog Mídia8! 

Documentário “Cláudio Kano, o Atleta do Detalhe”

Tive o privilégio de conhecer e conviver em treinos e torneios com o grande mesa-tenista Cláudio Kano, que nos deixou em 1996 por conta de um acidente de moto.

O que mais lembro com carinho de Cláudio foi o dia que ele reuniu diversas meninas, no Mc Donald’s da Juscelino. Era o início dos anos 90. Ele queria nos passar a experiência dele da Suécia. Destacou a parte de preparo físico que precisávamos melhorar muito. Lembro que ele estava muito suado. rs

Como é interessante lembrar do Cláudio, dessa atitude tão bonita de preocupação com o tênis de mesa feminino. Foi uma bela atitude de um líder.

Também me ajudava nos treinos, assim como Hugo Hoyama, na época que eu defendia o clube ADR Itaim Keiko.

Depois de iniciar o esporte, em 1986, treinar firme a partir dos anos 90 até 2000/2001, jogar pela seleção, estagiar no Japão e na China, competir em diversos países interessantes, organizar o livro “Tênis de Mesa – Teoria e Prática”, em 2006, agora ganhei mais um presente por meio de minha ferramenta de trabalho: Facebook. Desde a semana passada, faço parte da equipe do documentário “Cláudio Kano, o Atleta do Detalhe” na área de pesquisa. A produtora está em busca de vídeos, histórias e fotos com o querido Cláudio (e-mail: memoriakano@paranoidbr.com).

Cláudio será um dos homenageados e imortalizados em documentários produzidos com recursos do programa Petrobras Esporte & Cidadania, por meio do projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, realizado em parceria com a ESPN Brasil.

Saiba mais:

Fonte: Memória do Esporte

Cláudio Kano deixou sua marca no tênis de mesa brasileiro e mundial

Cláudio Kano não chegou a ser um medalhista olímpico. Mas sua carreira, desconhecida para a maioria dos brasileiros, reúne elementos muito especiais, que revelam o perfil não só de um grande atleta, mas de um verdadeiro ídolo. Estudioso e detalhista, Kano começou a praticar o tênis de mesa com apenas 9 anos de idade. Dono de um estilo único de jogo, foi cinco vezes campeão brasileiro, quatro vezes campeão sul-americano, seis vezes campeão latino-americano e ganhou 12 medalhas Pan-americanas.

Cláudio participou de duas Olimpíadas, Seul e Barcelona, e encerraria sua carreira em Atlanta. Sua meta era figurar entre os 8 maiores da competição. Ele havia passado 3 meses no Japão, treinando intensamente, e emagrecera 9 quilos, atingindo o auge de sua forma física. No entanto, um dia antes de embarcar, Kano sofreu um acidente de moto e acabou falecendo. A carreira de um dos maiores mesa-tenistas do Brasil acabava ali.

Contar esta história é uma maneira não só de homenagear a memória de Cláudio Kano, mas também de realizar registro inédito sobre a modalidade em nosso país. Embora seja um esporte extremamente plástico e interessante imageticamente, nunca foi feito um documentário nacional aprofundado sobre o tema.

O filme também pretende divulgar, incentivar e estimular o desenvolvimento futuro deste esporte, o mais popular do mundo – são 40 milhões de praticantes. Aqui, o famoso ping-pong faz parte da vida de muitos brasileiros como brincadeira dinâmica, mas o esporte levado a sério, com estatuto de competição olímpica, ainda tem muito a crescer.

Ficha técnica:

Documentário: “Cláudio Kano, o atleta do detalhe”

Produtora: Dreamonoid Brasil Ltda

Denis Kamioka, diretor do documentário, já jogou tênis de mesa na ADR Itaim Keiko

Diretor: Denis Kamioka (Cisma)

Localidade: São Paulo (SP)

 

Um dia emocionante de voluntária e a paixão nikkei

O texto da blogagem coletiva de Samatha Shiraishi, por conta do Dia Internacional do Voluntário, em 05/12, que descobri no último sábado, me inspirou e me faz sentir contente em relembrar uma ação voluntária recente minha e de meu marido, Fernando. A ida à Fundação Casa de Franco da Rocha para ministrar uma palestra sobre tênis de mesa, em 26 de setembro.

Um dia de tênis de mesa na Fundação Casa

Karin Midori, professora de Educação Física, entrou em contato comigo e me passou todos os detalhes: seriam 84 internos, de 14 a 18 anos, queria que contasse minha experiência de mesa-tenista na época da seleção, interagisse com eles, etc.

Nós e os monitores da Fundação Casa

Fundação Casa é a antiga Febem. Por isso, ao ouvir a palavra Franco da Rocha, vinha na mente algumas rebeliões. Mas nada disso me afetava, e sim, o que me deixava ansiosa era se aqueles 84 meninos iriam prestar atenção em nossa palestra.
A viagem foi grande até o local, estrada de terra, o local é bem afastado da cidade. A chegada na Fundação requer várias checagens. Por medida de segurança, celular e máquina não entram. Só levamos o essencial: material de tênis de mesa.
Como disse nesse post, passamos momentos muito emocionantes. Contei minha experiência no esporte, os estágios no Japão e na China, as diversas viagens ao exterior para torneios, treinos rigorosos, como foi jogar pela seleção. E posso dizer com orgulho, lembrando do olhar deles, que aqueles meninos de cabelo raspado, bermuda, camiseta e chinelo estavam mesmo prestando atenção. Pois, no final, vários vieram perto de mim, me chamando de “senhora”, para perguntar se falava japonês e chinês, e que dissesse algumas palavras para eles.
Para interagir, fizemos o desafio de saques. A fila era enorme e os meninos entravam várias vezes nela para tentar pegar o saques do Fernando. Dois deles conseguiram, distribuímos prêmios e nos divertimos muito.
Foi um dia muito emocionante. Não imaginávamos o quanto essa ação voluntária seria marcante para nossas vidas.

Paixão nikkei

Outra ação voluntária recente em minha vida é a atualização das mídias sociais (Facebook e Twitter) da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social – Bunkyo.

Meu contato com a comunidade começou muito cedo, aos 6 anos, quando comecei a jogar tênis de mesa. Aos 13, comecei a minha saga pela seleção brasileira, até os 21 anos. Exatamente, aos 21, entrei na faculdade de Jornalismo. A descoberta e paixão pelo mundo nikkei ocorreu mesmo em 2002, em meu primeiro estágio no Jornal São Paulo Shimbun. Dois anos depois, trabalhei no Jornal Nippo-Brasil, e foram quase cinco anos de aprendizado sobre a comunidade nipo-brasileira.
Quando iniciei a busca por um sonho, de trabalhar com mídias sociais, recebi o convite de integrar a Comissão de Comunicação do Bunkyo e, desde setembro, atualizo as redes sociais da entidade.
A oportunidade de continuar o contato com as minhas raízes, além de fazer parte de uma equipe nota 10, me motiva diariamente a ser uma profissional melhor em minha área.
Para finalizar, gostaria de deixar registrado o que significa hoje ser voluntária:

SER VOLUNTÁRIA É REALIZAR AS VONTADES DE SUA ALMA PARA QUE TENHA O MELHOR SUCESSO DESSA VIDA: SER FELIZ! :)

*Muito obrigada, Samantha, por essa oportunidade de escrever algo tão bonito. Admiro muito o seu trabalho.

Sugestão de presente: livro “Em Sintonia com a Vida”, de Joana Okoshi

Livro “Em Sintonia com a Vida”, de Joana Okoshi. Organização de Kelly Nagaoka

Que tal um presente diferente para uma pessoa querida?

livro “Em Sintonia com a Vida”, de Joana Okoshi, é uma coletânea de mensagens, publicadas pela autora da coluna Milênio, que durante dez anos colaborou com o Jornal Nippo-Brasil. Minha participação é que sou a organizadora do livro. Fiz o convite à Joana, pois sempre quis ver os artigos dela em um livro. Meu sonho se concretizou no final de 2009, com o lançamento da obra na Livraria Cultura, pela Editora Zennex.

“Abra o livro aleatoriamente e a mensagem que sair, de alguma forma, poderá  lhe ser útil, pois – com certeza – as forças de luz que me inspiraram na elaboração de cada mensagem, também estarão presentes no momento de sua consulta. Assim, estaremos fortalecendo essas conexões tão valiosas e que têm sido a mola propulsora dos meus trabalhos”, diz Joana.

Trecho de “Quem é a sua referência?”, artigo que adoro:

Você ainda vive se questionando se as suas ações incomodam as pessoas com as quais convive? Por darmos muita importância ao julgamento dos outros, ficamos nos vigiando e nos reprimindo para tomar a conduta correta, com o intuito de não desagradar ninguém. Entretanto, acabamos por constatar que, apesar da postura educada, colhemos avaliações negativas a nosso respeito.

Como podemos pretender resultados favoráveis, se direcionamos todo o nosso empenho, a nossa energia, para contentar o outro, sendo que essa postura pode vir a nos prejudicar? Em nome do politicamente correto, agimos contra a nossa própria pessoa, porque não temos a coragem de ser quem verdadeiramente somos. Nisso, reprimimos a nossa espontaneidade, esquecendo que essa é uma das razões que nos leva a adoecer.

Livro de Joana Okoshi na mídia

- “Em Sintonia com a Vida” no Jornal Nippak

Livro "Em Sintonia com a Vida" no Jornal Nippak

- “Em Sintonia com a Vida” na Revista Mundo OK

- “Em Sintonia com a Vida” na Revista Zero

Fiz um blog em homenagem ao livro. Espero que aprendam muito com as mensagens da autora. :)

Mídias sociais no IV Fórum de Integração Bunkyo – #FIB11

Foi com muita emoção que conseguimos cumprir o objetivo de usar todo o potencial das mídias sociais no IV Fórum de Integração Bunkyo – #FIB11, nos dias 29 e 30 de outubro. Ferramentas como Facebook e Twitter foram essenciais para integrar todos os participantes do evento: palestrantes, inscritos (dos mais jovens aos mais velhos), voluntários e organizadores.

Shodi Nomura, Henry Arimura, Rodrigo Meikaru, Claudio Kurita, Kelly Nagaoka, Celina Yamao, Flávia Arakaki e Victor Kobayashi

Foi a primeira vez que a Comissão de Comunicação do Bunkyo trabalhou de forma integrada e inseriu as mídias sociais com destaque no #FIB11. Liderada por Cláudio Kurita, a comissão formada por mim, Flávia Arakaki, Rodrigo Meikaru, Celina Yamao, Claudio Sampei, Osmar Maeda, Edwin Hasegawa e Shodi Nomura implantou com muito empenho as atualizações nas redes sociais. Jovens do Seinen Bunkyo e de outras entidades de todo o Brasil ajudaram a espalhar as informações sobre o evento na internet.

O objetivo de divulgar e espalhar as novidades do #FIB11 no facebook.com/bunkyo e o Twitter @bunkyonet foi alcançado com muito esforço. Parabenizo a todos que usaram essas ferramentas para levar o IV Fórum de Integração Bunkyo ao conhecimento do maior número de pessoas.

Passei dois dias emocionantes e intensos. O desafio de ser uma das palestrantes em um evento com Içami Tiba e Jun Sakamoto foi imenso. Ansiosa por natureza, treinei muitas vezes com meu marido, Fernando, a apresentação. E, graças à paciência e dicas dele, consegui tornar a palestra mais objetiva.

Ver a movimentação na página de Facebook e Twitter da entidade faz ver que valeu muito a pena investir nossos esforços nesse objetivo de transformar a entidade em um ambiente mais social.

O post da foto oficial do #FIB11 reuniu a maioria dos participantes, com marcações do perfil no Facebook. O espaço desmitificou a ideia que poucos conheciam as redes sociais. A surpresa foi ver após o evento que líderes de mais idade são usuários da rede social mais popular do mundo, como Bernardo Tibana (presidente da Associação Esportiva e Cultural Nipo-Brasileira de Campo Grande), Kiyoji Nakayama (presidente da Associação Cultural de Mogi das Cruzes) e Anacleto Hanashiro (secretário geral do Bunkyo).

Após chegar em casa, a sensação foi de extrema felicidade e de dever cumprido.

 

 

 

A aventura de cobrir sozinha os nikkeis no Pan 2007

Demorou, mas saiu. Ao ver o Pan de Guadalajara, precisava escrever um pouco da experiência de cobrir sozinha, pelo Jornal Nippo-Brasil, os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

Essa matéria deu um trabalho... Pesquisar toda a parte histórica, ver o arquivo do jornal.rs

Já fazia anos que trabalhava no jornal semanal. Ficava mais na parte de internet. Quando começou a divulgação dos atletas nipo-brasileiros no torneio, percebi a importância do jornal cobrir o evento, já que desta vez era no Brasil e seria pertinho, no Rio.

Meses de antecedência para falar com a diretora. Ela gostou da ideia. Mas precisava antes conseguir um hotel barato. Muitas pesquisas e só hospedagem cara. E um milagre aconteceu. Naquela época, viajava algumas vezes ao Rio para acompanhar meu marido a trabalho. Ele, que é fanático por escalada, aproveitava para trabalhar e escalar. Mas daquela vez eu não queria acompanhá-lo na escalada e decidi passear sozinha pelas ruas cariocas. Um pouco perdida, tinha o telefone de uma amiga carioca, árbitra de tênis de mesa. Quis pedir dicas de passeio e lembrei que, em breve, teria o Pan e da possibilidade de estar de volta em poucos meses. E, surgiu, através daquele telefonema do orelhão em pelo centro da cidade, o meu ingresso ao Pan por meio da querida Sonia Helt: “Kelly, se quiser, pode se hospedar em casa”. Essa frase mágica foi uma das responsáveis por eu cobrir o Pan pelo Nippo-Brasil.

Muitas reuniões, alguns receios por eu ir sozinha, mas no final deu certo. Consegui passar cerca de 2 semanas no Rio para cobrir os 51 nikkeis no Pan.

Dia a dia da cobertura

Era uma loucura. Dormia cerca de 3 a 4 horas por dia. Fazia o planejamento. Via quais atletas tinham mais chances de medalha. Estava cada hora em um lugar. Ou era na natação, para cobrir Lucas Salatta, Tatiane Sakemi, Diogo Yabe e Mariana Katsuno, ou no judô, para ver Danielle Yuri, na esgrima para acompanhar Heitor Shimbo, etc.

Colegas de jornalismo nikkei e não nikkei estavam presentes, como Eric Akita e Luciana Kulba (Nippak), Flávio Perez (Rádio Eldorado), entre outros. Na sala de imprensa estavam os maiores veículos de comunicação do Brasil, aqueles que um dia sonhava em trabalhar. As equipes contavam com pelo menos um fotógrafo. E eu, sozinha, escrevia e fotografava, e agradecia o presente de estar lá. Obrigada, Suzana! :)

Agradeço também ao William Takamoto, Ciro Saito, Patrícia Baer, Nobu Taka, Helder Horikawa, toda a equipe do jornal que ajudou a fazer uma boa cobertura do Nippo-Brasil no evento.

Escrever diariamente para o site e fazer matérias especiais ao jornal semanal foi uma experiência e tanto. Já tinha feito isso pelo iG, na Universíade – Jogos Mundiais Universitários de Pequim/2001, em meu primeiro ano de jornalismo na Metodista. Com isso, posso afirmar que a essência do jornalismo eu vivenciei com todas as letras por duas vezes!

Curiosidade

Voltei à redação logo após o recorde de medalha de ouro do mesa-tenista Hugo Hoyama. Dois dias depois, já estava de volta ao Rio para cobrir a ginástica rítmica, com Luisa Matsuo, e os saltos ornamentais, com Tammy Galera. E quase não pude ver nunca mais os jogos. Na estrada, o carro girou na pista molhada na Serra das Araras. Por muita sorte, não passava nenhum carro. O único problema foi o pneu furado. Chegamos cedinho no Rio, lá pelas 5h da manhã, e acordamos a amiga Sonia.

Tive aula de Jornalismo Freelance há menos de uma semana. Contei um pouco dessa história e o professor gostou. Isso me incentivou mais a escrever e mostrar um pouco dos detalhes que vivi no dia a dia do Pan de 2007.

Mais fotinhos no Facebook.

 

Saiu a matéria sobre o dia de tênis de mesa no site da antiga Febem: Atleta faz palestra no CASA Rio Negro!;)

Que bacana ver a matéria sobre nossa palestra de tênis de mesa no site da Fundação CASA!!! Fiz questão de ir com a camiseta da Prefeitura que defendo esse ano: São José do Rio Preto.;)

 Confira o post com mais detalhes sobre esse dia inesquecível de minha vida.

 

 

 

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