Mídias sociais no IV Fórum de Integração Bunkyo – #FIB11

Foi com muita emoção que conseguimos cumprir o objetivo de usar todo o potencial das mídias sociais no IV Fórum de Integração Bunkyo – #FIB11, nos dias 29 e 30 de outubro. Ferramentas como Facebook e Twitter foram essenciais para integrar todos os participantes do evento: palestrantes, inscritos (dos mais jovens aos mais velhos), voluntários e organizadores.

Shodi Nomura, Henry Arimura, Rodrigo Meikaru, Claudio Kurita, Kelly Nagaoka, Celina Yamao, Flávia Arakaki e Victor Kobayashi

Foi a primeira vez que a Comissão de Comunicação do Bunkyo trabalhou de forma integrada e inseriu as mídias sociais com destaque no #FIB11. Liderada por Cláudio Kurita, a comissão formada por mim, Flávia Arakaki, Rodrigo Meikaru, Celina Yamao, Claudio Sampei, Osmar Maeda, Edwin Hasegawa e Shodi Nomura implantou com muito empenho as atualizações nas redes sociais. Jovens do Seinen Bunkyo e de outras entidades de todo o Brasil ajudaram a espalhar as informações sobre o evento na internet.

O objetivo de divulgar e espalhar as novidades do #FIB11 no facebook.com/bunkyo e o Twitter @bunkyonet foi alcançado com muito esforço. Parabenizo a todos que usaram essas ferramentas para levar o IV Fórum de Integração Bunkyo ao conhecimento do maior número de pessoas.

Passei dois dias emocionantes e intensos. O desafio de ser uma das palestrantes em um evento com Içami Tiba e Jun Sakamoto foi imenso. Ansiosa por natureza, treinei muitas vezes com meu marido, Fernando, a apresentação. E, graças à paciência e dicas dele, consegui tornar a palestra mais objetiva.

Ver a movimentação na página de Facebook e Twitter da entidade faz ver que valeu muito a pena investir nossos esforços nesse objetivo de transformar a entidade em um ambiente mais social.

O post da foto oficial do #FIB11 reuniu a maioria dos participantes, com marcações do perfil no Facebook. O espaço desmitificou a ideia que poucos conheciam as redes sociais. A surpresa foi ver após o evento que líderes de mais idade são usuários da rede social mais popular do mundo, como Bernardo Tibana (presidente da Associação Esportiva e Cultural Nipo-Brasileira de Campo Grande), Kiyoji Nakayama (presidente da Associação Cultural de Mogi das Cruzes) e Anacleto Hanashiro (secretário geral do Bunkyo).

Após chegar em casa, a sensação foi de extrema felicidade e de dever cumprido.

 

 

 

A aventura de cobrir sozinha os nikkeis no Pan 2007

Demorou, mas saiu. Ao ver o Pan de Guadalajara, precisava escrever um pouco da experiência de cobrir sozinha, pelo Jornal Nippo-Brasil, os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

Essa matéria deu um trabalho... Pesquisar toda a parte histórica, ver o arquivo do jornal.rs

Já fazia anos que trabalhava no jornal semanal. Ficava mais na parte de internet. Quando começou a divulgação dos atletas nipo-brasileiros no torneio, percebi a importância do jornal cobrir o evento, já que desta vez era no Brasil e seria pertinho, no Rio.

Meses de antecedência para falar com a diretora. Ela gostou da ideia. Mas precisava antes conseguir um hotel barato. Muitas pesquisas e só hospedagem cara. E um milagre aconteceu. Naquela época, viajava algumas vezes ao Rio para acompanhar meu marido a trabalho. Ele, que é fanático por escalada, aproveitava para trabalhar e escalar. Mas daquela vez eu não queria acompanhá-lo na escalada e decidi passear sozinha pelas ruas cariocas. Um pouco perdida, tinha o telefone de uma amiga carioca, árbitra de tênis de mesa. Quis pedir dicas de passeio e lembrei que, em breve, teria o Pan e da possibilidade de estar de volta em poucos meses. E, surgiu, através daquele telefonema do orelhão em pelo centro da cidade, o meu ingresso ao Pan por meio da querida Sonia Helt: “Kelly, se quiser, pode se hospedar em casa”. Essa frase mágica foi uma das responsáveis por eu cobrir o Pan pelo Nippo-Brasil.

Muitas reuniões, alguns receios por eu ir sozinha, mas no final deu certo. Consegui passar cerca de 2 semanas no Rio para cobrir os 51 nikkeis no Pan.

Dia a dia da cobertura

Era uma loucura. Dormia cerca de 3 a 4 horas por dia. Fazia o planejamento. Via quais atletas tinham mais chances de medalha. Estava cada hora em um lugar. Ou era na natação, para cobrir Lucas Salatta, Tatiane Sakemi, Diogo Yabe e Mariana Katsuno, ou no judô, para ver Danielle Yuri, na esgrima para acompanhar Heitor Shimbo, etc.

Colegas de jornalismo nikkei e não nikkei estavam presentes, como Eric Akita e Luciana Kulba (Nippak), Flávio Perez (Rádio Eldorado), entre outros. Na sala de imprensa estavam os maiores veículos de comunicação do Brasil, aqueles que um dia sonhava em trabalhar. As equipes contavam com pelo menos um fotógrafo. E eu, sozinha, escrevia e fotografava, e agradecia o presente de estar lá. Obrigada, Suzana! :)

Agradeço também ao William Takamoto, Ciro Saito, Patrícia Baer, Nobu Taka, Helder Horikawa, toda a equipe do jornal que ajudou a fazer uma boa cobertura do Nippo-Brasil no evento.

Escrever diariamente para o site e fazer matérias especiais ao jornal semanal foi uma experiência e tanto. Já tinha feito isso pelo iG, na Universíade – Jogos Mundiais Universitários de Pequim/2001, em meu primeiro ano de jornalismo na Metodista. Com isso, posso afirmar que a essência do jornalismo eu vivenciei com todas as letras por duas vezes!

Curiosidade

Voltei à redação logo após o recorde de medalha de ouro do mesa-tenista Hugo Hoyama. Dois dias depois, já estava de volta ao Rio para cobrir a ginástica rítmica, com Luisa Matsuo, e os saltos ornamentais, com Tammy Galera. E quase não pude ver nunca mais os jogos. Na estrada, o carro girou na pista molhada na Serra das Araras. Por muita sorte, não passava nenhum carro. O único problema foi o pneu furado. Chegamos cedinho no Rio, lá pelas 5h da manhã, e acordamos a amiga Sonia.

Tive aula de Jornalismo Freelance há menos de uma semana. Contei um pouco dessa história e o professor gostou. Isso me incentivou mais a escrever e mostrar um pouco dos detalhes que vivi no dia a dia do Pan de 2007.

Mais fotinhos no Facebook.

 

Entrevista com Melanie Healey, presidente da Procter & Gamble, na Você S/A

A jornalista Roberta Salomone entrevistou a carioca Melanie Healey, presidente da Procter & Gamble para América do Norte. De acordo com a revista americana Forbes, Melanie é uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo.

Curiosidades

- Mesmo trabalhando cerca de12 horas por dia, ela consegue arrumar tempo para preparar o almoço da filha, fazer exercícios e jantar com os amigos.

- Apesar do nome, sobrenome e cara de estrangeira, Melanie nasceu no Brasil. É filha de pai inglês e mãe chilena.

- Cursou faculdade de administração em Richmond, na Virgínia, mas começou a carreira no Brasil.

- Foi contratada pela Procter em 1990.

A matéria na íntegra:

Encontre a reportagem na edição Mulheres da Você S/A:


 

 

Mídias Sociais para Jornalistas por Ana Brambilla

Fiz recentemente o curso Mídias Socias para Jornalistas, com a grande profissional Ana Brambilla, pela Comunica Cursos.
Ela gentilmente colocou a apresentação no SlideShare.

Nos dias 2 e 3 de julho, Ana, que mora em Porto Alegre, volta a São Paulo para o curso Mídias Sociais para Jornalistas. E em agosto, é a vez do Rio de Janeiro.

O melhor do curso foi conhecer e agora acompanhar pessoas interessantes da área, como Luiz Henrique Brandão, @katiamaia, @penhasaviatto, Fabiana Faria, @lufuoco, etc.

Meu agradecimento à querida Aurea Regina de Sá, dona da Comunica Cursos e autora do audiolivro “Guia do porta-voz: 99 dicas para aparecer bem na imprensa”.

As informações sobre o tema do curso mudam muito rápido. Acompanhar tudo isso exige realmente uma ótima organização mental.

E você, o que achou da apresentação? Que tal complementar as informações de Ana Brambilla?

Artigo "A sabedoria da insegurança", de Michael Kepp, mudou a minha vida

Texto belíssimo de Michael Kepp, da Folha Equilíbrio, de 03/05/2011.

No tempo que passei pegando caronas nos EUA, aprendi que a segurança só vem se abrimos mão dela

ALGUNS consideram minha mudança para cá, uma viagem sem volta para um país que nunca havia visitado, um ato de coragem, um pulo gigante. Não foi. Foi um passo gradativo, uma extensão de uma década errante.

Entre meus 20 e 30 anos, passei muito tempo pegando caronas pelos EUA com a placa: “Qualquer lugar menos este”. Vir para cá foi uma separação de um lugar onde nunca me senti em casa.

Meus dias na estrada me fizeram sentir seguro sobre como viver no presente. Ao me colocar em uma situação aparentemente insegura por um tempo indefinido e aceitando suas consequências, aprendi a desenvolver uma segurança interior.

O filosofo inglês Allan Watts disse: “O desejo de segurança é uma dor e uma contradição e, quanto mais nós o perseguimos, mais doloroso fica”.

Quer dizer, renunciar à compulsão por se sentir seguro torna você mais seguro.

Na época das caronas, eu vivia de bicos construindo casas, colhendo maçãs, trabalhando como barman e garçom e lia Watts. Essa jornada incluiu pausas maiores em cinco cidades americanas e europeias antes de chegar ao Rio, o refúgio ideal.

O jeito descontraído dos cariocas ajudou a me recuperar de uma cultura mais estressante e competitiva. E, quando vi que podia sobreviver como jornalista freelancer, a pausa virou permanência. Eu tinha 33 anos. Agora, 28 anos depois, ainda sou freelancer. E viver à margem de uma profissão, como viajar à beira de uma estrada, ensina que a segurança vem de ter fé em si mesmo.

Os jovens de hoje não são aventureiros como no início dos anos 70.

Era uma época em que os jovens faziam viagens sem destino, fossem psicodélicas ou quilométricas, para abrir as portas da percepção e da autodescoberta.

Hoje, poucos jovens fazem essas odisseias. Uma economia global instável e mais competitiva acelerou as tentativas de entrar no mercado de trabalho. Muitos conhecem o terno e a gravata antes de conhecerem a si mesmos.

Para alguns, esse processo é um constante e imprevisível ato de autorreinvenção. Eu estudei zoologia e cinema, virei jornalista e depois cronista. E descobri que você encontra segurança não quando a procura, mas quando aceita os mistérios e as incertezas da vida. Não é uma busca externa, mas uma entrega interna. É a diferença entre passar pela vida e deixar a vida passar por você.

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MICHAEL KEPP, jornalista norte-americano radicado há 28 anos no Brasil, é autor do livro de crônicas “Sonhando com Sotaque – Confissões e Desabafos de um Gringo Brasileiro” (ed. Record)

Lista de desejos 1

Compartilho aqui para  que não me esqueça mais a minha lista de desejos nesta vida que já se concretizaram:

1 – Ter uma família excelente.
2 – Casar com uma pessoa muito especial.


3 – Viver intensamente um esporte, como foi com o tênis de mesa, onde conquistei diversos títulos importantes, como bicampeã Sul-Americana, campeã do Abertos dos EUA, participação em Mundiais, etc. E com ele conhecer mais de 10 países (Japão, China, Inglaterra, EUA, Bulgária, Peru, Curaçao, Chile, Argentina, Portugal, Espanha, México e Guatemala).

4 – Entender a importância de uma amizade em diversas fases da vida. Obrigada: Erikinha, Livia, Aki, Cínthia, Michelle, Midori, Mari, Walerye, Aily, Cacau, Raquel, Tati, Dani, Lyanne, Monica, Marta, Ilka, Vanessa, Herica, Helena, Aline, Mayumi, Joelma, Camila, Miriam, Minako, Marcia, Xanda…

5 – Ganhar dois quadros lindos do  artista plástico Carlos Kubo.
6 – Aprender mais sobre feng shui com a querida Mariângela Pagano e a designer de interiores Cida Moraes por meio da Editora Online.
7 – Organizar dois livros: “Tênis de Mesa – Teoria e Prática” (Phorte Editora) e “Em Sintonia com a Vida” (Zennex Editora).


8 – Ser editora-chefe das revistas femininas Zero e Vitta.

 
9- Viajar com minha queridíssima avó, mãe, marido e sogrinha para Bonito.

Conheça o trabalho de Raul Campos, da Fábrica de Palavras

O jornalista Raul Campos, que trabalha com redes sociais há aproximadamente 2 anos, explica como é atuar com a área de consultoria digital da Fábrica de Palavras

Como foi o início?
Na verdade, utilizar redes sociais na minha vida não era uma novidade. Mas, ao iniciar esse trabalho pude perceber que a “profissão redes sociais” ainda é muito nova e com isso ainda está se moldando um módulo desse trabalho. Hoje, posso dizer, que a Fábrica de Palavras já está solidificada nessa área e visualizar um segundo semestre aquecido e um 2012 ainda mais em ascensão.

Quais são algumas das suas dicas para quem quer seguir os seus passos?
Oriento que as pessoas que desejam trabalhar nessa área estejam em constante aprendizado. A participação em eventos, meetings relacionados ao tema também é importante. E um detalhe: em redes sociais é importantíssimo a observação do “quintal do vizinho” para saber o que eles está fazendo.

No total, já atendeu quantos clientes somente com as mídias sociais?
Entre atendidos e que atendemos estão os seguintes perfis: @guiacmyk @leilahmoreno @amimebr (aqui, inclusive, na Associação Brasileira de Imprensa de Midia Eletrônica, sou Diretor Nacional de Comunicação).

No site vi as seguintes mídias sociais: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, etc.  Quais são as mais  fortes?
Trabalhamos em massa com Twitter, Facebook, Orkut, YouTube. Podemos dizer que o Twitter é o responsável pela maioria dos orçamentos e pedidos de administração dos clientes, isso porque, ele é bem acessado via celular. O Facebook, diria hoje, é o “queridinho do mundo” exatamente porque eles dispões de funcionalidade que caíram no gosto dos usuários de internet: botão “gostar”, criar eventos, entre outros. Já, Orkut, ele ainda permenece muito forte no Brasil e, por isso, também pe interessante usá-lo em determinados segmentos. Depois, o YouTube, é um mídia gratuita. Você pode reparar que até grandes portais utilizam o servidor do YouYube par armazenar seus vídeos. As mais fortes são o Twitter e o Facebook, sem dúvida.