Shows de Horiuchi Takao, em 25 e 26 de agosto, no HSBC Brasil

HORIUCHI TAKAO, um dos maiores nomes da música popular japonesa, se apresenta pela primeira vez no Brasil

Horiuchi Takao no Brasil

Shows de Horiuchi Takao no Brasil: dica de presente dos jovens aos pais e avós

A Yamato Music, promotora especializada em música oriental, demonstra, mais uma vez, seu perfil de ousadia ao viabilizar os shows no Brasil de um dos maiores cantores da música popular japonesa. Horiuchi Takao interpretará seus maiores sucessos, como “Gaki no koro no youni”, “Sanga”, “Itoshiki hibi”, “Joodanjane”, “Koi uta tsuzuri”, “Kageboushi”, entre outros, além de apresentar seus mais recentes lançamentos no Japão.

Os fãs da capital paulista recebem o cantor nos dias 25 e 26 de agosto no palco do HSBC Brasil, que comportará 2.150 pessoas por show. Junto com Horiuchi Takao, virá do Japão uma equipe de 20 pessoas, entre músicos, produtores, técnicos e engenheiros de som, além da produção brasileira que contará com mais de uma centena de profissionais. A Yamato Music promete, assim, um espetáculo de padrão internacional, onde o público será surpreendido do início ao fim.

História

Além de possuir uma voz inconfundível, Horiuchi Takao é também compositor de grande parte de seus hits.

Nasceu em Osaka, Japão, no dia 27 de outubro de 1949. É o mais jovem de três irmãos.

Gostava de cantar desde a infância e sua avó, além de sempre elogiar a voz do neto, profetizava que ele um dia poderia se tornar um grande cantor profissional.

Começou a ter contato com música ocidental na adolescência, quando ouvia do rádio do quarto de sua irmã o som dos Beatles. O seu irmão mais velho trazia para casa discos dos Beatles emprestados de amigos. Com essa influência começou a aprender a tocar guitarra.

Na época da faculdade, começou a integrar bandas amadoras. Nesta fase, conheceu Tanimura Shinji, que já trilhava a carreira artística profissional. Começava aí uma parceria de muito sucesso.

Em 1971, ao completar 22 anos e cursando o 4º ano da faculdade, recebeu um convite de Tanimura Shinji para tornar-se cantor profissional. Apesar das dúvidas sobre se conseguiria se manter com uma carreira artística, reconheceu que cantar era sua maior vocação e tomou a decisão que mudaria completamente sua vida. Juntos formaram o grupo Alice que, entre vários hits, produziu o sucesso “Tookude kitekiwo kikinagara”.

Serviço

Data do 1º show: 25 de agosto de 2012 (sábado) – Horário: 20h (abertura da casa: 18h)
Data do 2º show: 26 de agosto de 2012 (domingo) – Horário: 20h (abertura da casa: 18h)
Local: HSBC Brasil – R. Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – Tel.: (11) 5646-2120 – www.hsbcbrasil.com.br – Capacidade: 2150 lugares
Preço de ingresso: Standard (inteira: R$ 230 / meia R$ 115), Silver (inteira: R$ 260 / meia R$ 130) e Gold (inteira: R$ 290 / meia: R$ 145)
Canal de venda: Ingresso Rápido, Bilheteria do HSBC e Yamato Music (R. da Glória, 279 – 5º and. – Liberdade)
Censura: 14 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Duração: Aproximadamente 1h30

- Acompanhe a divulgação dos shows nas mídias sociais da Yamato

Dekassegui Empreendedor: trajetória de Roger Kayasima, da Iris Massas Rotisserie, em Mogi das Cruzes

O Ciate (Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador no Exterior) publicou a trajetória de Roger Kayasima, um dos sócios da Iris Massas Rotisserie, em Mogi das Cruzes, na coluna Dekassegui Empreendedor.

Roger Kayasima, um dos sócios da Iris Massas Rotisserie, destaca-se por sua visão empreendedora

Roger Kayasima, um dos sócios da Iris Massas Rotisserie, destaca-se por sua visão empreendedora

Dividida em cinco partes, aprenda com esse empreendedor nikkei, com uma pitada de italiano, que já superou inúmeros desafios na vida:

Trajetória de Roger Kayasima, um dos sócios da Iris Massas Rotisserie, na coluna Dekassegui Empreendedor, do Ciate

Última parte da trajetória de Roger Kayasima, na coluna Dekassegui Empreendedor, do Ciate

1 – Origem e trabalho no Japão

Sou sansei, da 3ª geração. Meu avô veio da província de Oita, região de Kyushu. Apesar de a minha família não trabalhar na agricultura, morei toda minha infância na zona rural de Mogi das Cruzes, região da Grande São Paulo.

Sempre estive muito ligado à comunidade nikkeiEstudei no nihongakko (escola de língua japonesa), pratiquei judô e karatê, e frequentava a associação do meu bairro.

Contarei um pouco do paralelo de meus estudos e minha vida profissional. Já vendi caqui na estrada, plantas ornamentais em feiras livres e ajudei minha mãe na loja de presentes e importados. Trabalhei como técnico na NEC do Brasil, em Guarulhos, e, após me formar na faculdade, passei a trabalhar como programador de computadores.

Foi nessa época que nos foi imposto o Plano Collor, que fez com que várias empresas entrassem em crise e fechassem as portas, insclusive a empresa em que eu trabalhava. Imagine a minha decepção em não poder seguir a carreira que tinha escolhido. Eu, que me imaginava de terno e gravata, trabalhando como analista de sistemas numa grande empresa da Avenidade Paulista!

Então, desempregado e sem perspectivas profissionais, tudo me levava a pensar em ir para o Japão. Até porque, tinha muitos amigos que já estavam lá. Eu era jovem, solteiro e gostava de aventuras. No Japão eu poderia trabalhar e juntar algum dinheiro, além de conhecer a terra de meus avós e, consequentemente, minhas raízes e toda a cultura.

O CIATE foi criado em 1992, mas, se já existisse em 1990, ano em que fui ao Japão, com certeza eu não teria passado pelas dificuldades que tive de enfrentar.

Primeiro, as saudades do Brasil, e depois, os problemas de adaptação à língua japonesa que, no Japão, é um pouco diferente da falada aqui no Brasil. Lá, se usavam muitas palavras derivadas do inglês, tais como o tradicional obenjô, que mudou para o toirê (toilette).

2 – Vida no Japão

Além das dificuldades com a adaptação social, as agências de empregos, as famosas empreiteiras e problemas de saúde. O trabalho exigia muito esforço físico, era muito cansativo, por isso era comum a gente sofrer com o katakori (dor nas costas).

E a questão da crise de identidade? Existia, sim, e era enorme! Um exemplo clássico: no Brasil, eu era chamado de japonês, mas no Japão, passei a gaijin (estrangeiro). E eu me perguntava: “Afinal, quem sou eu, onde é o meu lugar?”.

Meu objeivo inicial era ficar dois anos para juntar dinheiro e comprar um carro zero, dar entrada em um apartamento e seguir minha carreira na área de computação.

Mas, no total, acabei ficando quatro anos, divididos em duas etapas: depois de um ano e meio voltei, passei um mês de férias no Brasil, e retornei logo em seguida.

De 1990, ocasião em que saí do Brasil, lembro-me bem, porque foram duas derrotas: uma minha, pelo fracasso de não conseguir seguir em minha carreira, e a outra, do país, perdendo a Copa da Itália em 1990.

Voltei novamente do Japão em 1994, e dessa vez com duas vitórias: o Brasil sagrou tetracampeão na Copa das Esados Unidos,  eu voltava com dinheiro para começar uma nova vida fase em minha vida.

Trabalhei na província de Shizuoka, na cidade de Fujieda, próxima a Hamamatsu; na província de Aichi, em Nagoya, Toyohashi e Okazaki; e em Nagano, em Toyoshina, próxima a Matsumoto.

É importante deixar claro que, apesar do objetivo de guardar dinheiro, é fundamental a diversão, porque nos ajuda a relaxar, evitando o pensamento obsessivo em relação ao tempo. Com diversão, os dias passavam a ser menos sofridos.

Pode até parecer que minha vida como dekassegui foi maravilhosa. Mas não é bem assim, também enfrentei os 3 Ks: kitsui, kiken, kitanai - pesado, perigoso e sujo -, aos quais foram acrescentados mais dois: kibishii, kirai (exigente e detestável).

Meu primeiro emprego no Japão foi numa fábrica de espelhos retrovisores, em Shizuoka. Depois, em Nagoya, na construção civil, inclusive em estação de metrô. Trabalhei também na linha de montagem de carros da Mitsubishi, em um frigorífico, onde cortava peças de carnes congeladas. Lá, eram feitos os hambúrgueres para a rede McDonald’s.

Depois, ajudei a fabricar muito sorvete no verão, em Toyohashi, na província de Aichi, e, em Nagano, trabalhei na linha de montagem de aparelhos de som da Sony, e, por último, em uma fábrica de peças para computadores.

Quando saí do Brasil, em 1990, o país passava pela crise provocada pelo plano Collor. Depois, quando voltei, esperava-me outro. Muita coincidência assim não é possível!

Mas, dessa vez, foi diferente. Hoje, sei que voltei na época certa para recomeçar minha vida no Brasil. Mas as dificuldades foram muitas.

Em relação à vida social, foi importante o apoio da família. Meus irmãos haviam ficado no Brasil e preservaram o contato com os amigos. Por isso, para mim, não foi difícil retomar essa convivência.

3 – Volta ao Brasil e convite para abrir Iris Massas

Quanto à vida familiar, depois de quatro anos no Japão, encontrei meu irmão mais novo já crescido, mais alto que eu, e meus pais, mais velhos, com cabelos mais brancos. Havíamos perdido um pouco da intimidade do dia a dia. Mas, nossa família foi sempre muito unida, e sempre tive o apoio que precisava.

Já na vida profissional, a insegurança era grande, eu havia passado por muitas e diferentes fases.

Depois de curtir um bom descanso, minha primeira atitude foi recomeçar a partir do ponto em que tinha parado, quer dizer, voltar a trabalhar com computadores. Achava que era o modo mais fácil de retornar ao mercado de trabalho. Cheguei a mandar currículo para várias empresas, e até fui chamado por uma delas. Fiz entrevista e passei nos testes, inclusive, mas não deu certo, o salário não se comparava ao que eu ganhava no Japão, além do que, a empresa ficava em Osasco, muito distante de Mogi das Cruzes.

Eu e meu irmão, na época, tínhamos uma casa alugada, um terreno e diversas linhas telefônicas, que então rendiam alguma coisa, mas insuficiente para nosso sustento.

Cheguei a pesquisar e considerar a possibilidade de comprar um lava-rápido, mas não deu certo.

Por fim, uma das clientes da loja da minha mãe, sabendo de nosso retorno, várias vezes nos ofereceu sua rotisseria, até que acabou por nos convencer.

Olhando para trás, acredito que, às vezes, as oportunidades batem à nossa porta. Só depende de a gente percebê-las, e, mais, nem sempre tudo que é insistente oferecido tende a ser um mau negócio.

Mas, naquela época, eu ainda me portava como um assalariado, e pensar em ter um negócio próprio me dava muito insegurança. Imaginar que não teria a certeza de um salário depositado todo mês era assustador, tanto, que não fazia dívidas nem usava cartão de crédito.

Ainda não tínhamos contato com a Sebrae, mas, se tivéssemos, certamente teríamos sofrido menos. Digo isto porque, mais tarde, tive a oportunidade de fazer vários cursos do Projeto Dekassegui Empreendedor, inclusive o Empretec, quando finalmente me descobri um empreendedor.

Eu gostaria que muitos outros dekasseguis alcançassem esse tipo de conquista. Mas, sei muito bem que, para isto, muitos precisam sair de sua zona de conforto, deixar o orgulho e a timidez de lado, e buscar a capacitação. Muitos de nós, dekasseguis, não temos um perfil empreendedor. Mas, pela minha própria experiência, esta é uma qualidade que pode ser aprendida e incorporada, só depende de treinamento, vontade e disposição para aprender.

4 – Início da Iris Massas Rotisserie

Em setembro de 1994, surgiu a Íris Massas Rotisserie. Íris é uma homenagem à Dona Íris, minha mãe que, junto com o meu pai Toshio, se sacrificou bastante para criar os cinco filhos homens. Tenho certeza de que o maior orgulho deles é ter todos os seus filhos diplomados na faculdade.

O mascote da rotisseria é uma batatinha, a matéria-prima principal do nosso nhoque, para o qual estamos realizando uma campanha de marketing a fim de lhe dar um nome. Já trabalhamos como deliverymas restrito à nossa área. Quem sabe, em breve, possamos alcançar muitos outros lugares por meio de nossas futuras franquias.

Mas, imagino que muitos estão pensando: “um descendente de imigrante japonês nascido no Brasil, como nome inglês, que fabrica e vende massas italianas?”.

É isto mesmo, somos frutos do mundo globalizado!

Meu irmão e sócio Wiliam tem uma teoria. Para ele, a porção italiana está no seu sangue verde, que é palmeirense roxo, time que foi fundado por imigrantes italianos. Já eu, costumo dizer que, aqui em São Paulo temos os competentes baianos e cearenses trabalhando, com todos os méritos, em restaurantes japoneses fazendo sushis e sashimise eles também são dekasseguis! Então, por que não usar um dos nossos diferenciais, e toda empresa tem de ter, pelo menos, um diferencial.

Mas, verdade seja dita, alcançar o sucesso depende, e muito, de alguns fatores. Na minha visão, eles são: o apoio da família, a oportunidade de negócio, o comprometimento, a persistência, objetivos claros, capacitação, planejamento, rede de contatos, entre outros comportamentos, que aprendi e passei a praticar depois dos cursos de capacitação que frequentei.

Talvez, para muitos dekasseguis, por falta de conhecimento, o conceito de sucesso esteja muito acima do que pode ser alcançado, por isso a maioria sequer tenta, e se desanima, acreditando que seus sonhos são inalcançáveis.

Na verdade, a maioria de nós dekasseguis tem um pensamento que, para mim, é como se fosse uma muleta, uma desculpa: “Se não der certo, eu volto para o Japão”. Ancorando-se num pensamento deste tipo, a pessoa acaba por não se comprometer consigo mesma, e não dedica tempo, trabalho e vontade suficientes com vistas ao próprio negócio. É necessário ter autoconfiança, e não se desviar do pensamento de que tudo pode dar certo, desde que nos sintamos capazes, acreditemos em nós e em nosso potencial.

5 – Frutos do empreendedorismo 

Ter autoconfiança e acreditar em seu poder de empreender já nos rendeu frutos. Um deles é o diferencial de nosso cardápio. O Bife Maria, por exemplo, é um prato que faz muito sucesso (como é composto? Dá para saber? Por que é diferente?). Este nome foi dado em homenagem à funcionária que o criou. Outro, é a criação de minha cunhada e sócia Regina, o Espaguete ao molho de shiitake, um prato italiano com toque ocidental. E, como exemplos de pratos que oferecemos para épocas festivais, o Tender à Califórnia, vendido na época do Natal, é um dos nossos maiores sucessos.

Além dos pratos que oferecemos, temos mais um importante diferencial: a rotisseria está aberta todos os dias do ano, inclusive no Natal e no Ano Novo. Aprendi nos cursos que fiz que não preciso estar à frente do negócio todos os dias nem todas as horas, é somente uma questão de planejamento a fim de que todos se revezem para que nosso públio-alvo disponha de nossos serviços sempre que precisar.

Na empresa, somos três sócios, eu, meu irmão Wiliam e Regina (esposa do meu irmão mais velho). Nosso trabalho em equipe é o motivo do nosso sucesso. Sem eles, acredito que não teríamos chegado até aqui.

Depois de fazer os cursos no Sebrae, aprendemos que, sem direcionamento, as coisas não acontecem. Por isso, firmamos um compromisso com nosso negócio, baseado em dois itens imprescindíveis:

Nossa visâo: “Multiplicar o sucesso da Íris Massas em todo país.”

Nossa missão: “Oferecer alimentação saborosa com tradição em qualidade, praticidade e conveniência, através do comprometimento dos nossos colaboradores e parceiros para satisfação dos nossos clientes.”

Quero registrar alguns pensamentos que fizeram a diferença em nossa trajetória:

  • Quando você deseja algo que nunca obteve, deve fazer algo que nunca fez.
  • Se não sabes aonde vais, qualquer estrada te levará até lá. (Lewis Carrol, Alice no País das Maravilhas).
  • Sucesso não é uma questão de sorte, mas de escolha. Não é algo para ser esperado, mas para ser alcançado.
  • Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo. (Henry Ford)

Aula da E-Commerce Girl e as mídias sociais

Blog de Solange Oliveira, a E-Commerce Girl

Hoje tive a felicidade de conhecer a professora Solange Oliveira, a E-Commerce Girl, na aula de blogs da Ecommerce School. Fiquei fã do trabalho dessa blogueira super divertida e cheia de cases.

Aproveito e deixo uma matéria que a Solange postou no blog dela: “Segundo Gartner – Estamos ‘Cansando’ Das Mídias Digitais”.

Fonte: TI Inside e E-Commerce Girl

Os índices de rejeição às mídias sociais devem ser monitorados de perto pelas empresas do segmento, aconselhou o Gartner com um estudo sobre a aceitação dos sites de relacionamento pelo público. A pesquisa ouviu mais de 6 mil pessoas em onze países.

Dentre os entrevistados, 24% usam seus sites favoritos de mídia social com menor frequência na comparação com o início do uso da ferramenta. De acordo com o Gartner, estas pessoas são aquelas com visão mais prática da tecnologia. Já 37% dos respodentes, especialmente os mais jovens e experientes com a tecnologia, costumam usar as mídias sociais ainda mais após a primeira utilização. Outro dado aponta que 31% do jovens com maior consciência sobre tecnologia estão ficando entendiados com os sites de relacionamento.

“Isso já é um motivo para monitoramento”, esclareceu o diretor de pesquisas do Gartner, Brian Blau.

Dentre os motivos que motivam a saída das redes sociais não há uma tendência principal, porém, a preocupação sobre a privacidade on-line chamou atenção e foi mencionada por 33% dos entrevistados, em especial entre faixas etárias mais elevadas.

Do ponto de vista geográfico, em mercados mais maduros de tecnologia vê-se um maior uso das mídias sociais. Em países como Japão, Reino Unido e Estados Unidos, 40% dos entrevistados disseram usar mais os sites, em contraste com 20% que afirmam acessá-los com menor frequência. Em países como Coreia do Sul e Itália, os usuários apresentaram um entusiasmo ainda maior – 50% dos entrevistados disseram utilizar os sites ainda mais. O Brasil está no grupo dos menos empolgados com mídias sociais, ao lado da Rússia, com índices de 30% a 40% de rejeição das redes.